A visita ao Victoria&Albert Museum era indispensável nessa ida a Londres: o museu é conhecido pelo acervo de moda e também por exposições de sucesso. Fundado em 1852, é o maior museu do mundo quando o assunto é design e artes decorativas. E detalhe: desde 2001, a entrada é gratuita. Saí de Covent Garden (minha peregrinação por esse bairro super charmoso foi mais rápida que imaginava) e fui de metrô (thanks Google Maps!) até o V&A. Da estação já tem uma entrada direta para o museu.
Fui direto à procura do acervo de moda (foi super fácil achar já que é praticamente nessa entrada do metrô) e, pode ser que não tenha entendido o mapa do museu direito, imaginava que seria algo enorme, com muita coisa pra se ver, mas encontrei apenas algumas vitrines com manequins vestindo peças de maisons e estilistas conceituadíssimos. Mas mesmo assim, impossível menosprezar essa ala: é simplesmente incrível, de suspirar.
Ao todo são mais de 14 mil peças de roupas, sem contar os acessórios (realmente eu não vi todo o acervo!), de 1600 até os dias de hoje. Uma das primeiras e mais importantes doações que o V&A recebeu para a ala de moda foi da Harrods: 1.442 itens do colecionador Talbot Hughes, após serem exibidas na famosa loja de departamentos.
E entre tantos nomes e peças elaboradas, elegi meus preferidos:
Sem comentários!
Saindo dessa ala, há o corredor central, cheio de esculturas de Rodin e muitas janelas. Cheguei perto para ver melhor o que tinha ali fora e pasmem: um jardim com um lago artificial, cheio de gente almoçando e conversando sob o sol, entre o prédio de arquitetura histórica do museu. Esqueci todas as obras de arte e fui direto lá fora!
Como já estava passando da hora do almoço, aproveitei para comprar meu sanduíche, suco de laranja, sobremesa e sentar ali na beira do lago, aproveitando o sol (o dia estava ótimo), descansar e admirar.
Fiquei com inveja dos londrinos… quem dera ter tudo isso à disposição!
Retomei meu pique e andei mais um pouco, conheci a loja grande do museu, fui para a parte de vidros e arquitetura, passei pela ala da Ásia (tem umas porcelanas chinesas maravilhosas) e resolvi pegar o metrô de volta. Aí, no caminho, vejo uma placa Museu da História Natural, decidi desviar e passar ali para ver.
A surpresa foi a exposição MARAVILHOSA de Sebastião Salgado, Genesis, com mais de 200 fotos de lugares como Amazônia, África, EUA, Canadá e tantos outros. “Eu queria apresentar o planeta na minha linguagem: fotografia”, diz Sebastião Salgado sobre a exposição. Estonteante.
Aí sim, peguei o metrô de volta, passei na Oxford Street e cheguei no hotel. Que dia para meus olhos!